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	<title>Solo Network</title>
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	<title>Solo Network</title>
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		<title>Da venda à entrega: como conectar comercial e operação com monday.com</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/da-venda-a-entrega-com-monday-com/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luana Penhavel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considere uma empresa que acaba de vender a implantação de um software. A proposta prevê configuração, migração de dados e treinamento. Quando a demanda chega à operação, porém, o responsável...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Considere uma empresa que acaba de vender a implantação de um software. A proposta prevê configuração, migração de dados e treinamento. Quando a demanda chega à operação, porém, o responsável pelo projeto descobre que não há definição sobre quem prepara a base de dados e que uma integração discutida na negociação não aparece no escopo recebido. Antes de organizar a execução, será necessário recuperar informações e esclarecer o que foi contratado.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nesse exemplo, encaminhar o contrato não foi suficiente para transferir o trabalho. A equipe comercial conhece o histórico da negociação, enquanto os profissionais responsáveis pela entrega precisam transformar esse histórico em atividades, estimativas e compromissos. Sem uma passagem estruturada, o início do projeto depende de novas conversas para responder a perguntas que poderiam ter sido resolvidas antes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O monday.com oferece recursos para apoiar essa continuidade. O monday CRM permite organizar informações de clientes, negociações e atividades de pré e pós-venda, enquanto as automações podem apoiar o encaminhamento do trabalho aos responsáveis pelas próximas etapas. O objetivo é fazer com que a operação receba contexto suficiente para agir, em vez de apenas uma notificação de venda concluída. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para aproveitar esses recursos, vale começar pelo processo: o que precisa acompanhar a venda, quem verifica as informações e quais condições autorizam o início da execução.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h2><b><span data-contrast="auto">O que a operação precisa receber antes de iniciar o projeto</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h2>
<p><span data-contrast="auto">No exemplo da implantação de software, saber o nome do cliente, o valor do contrato e a data prevista de entrega não basta para planejar o serviço. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Recomenda-se que a passagem para a operação reúna o escopo aprovado, as exclusões, as premissas técnicas, as responsabilidades do contratante e os critérios de aceite. A versão final da proposta também precisa estar identificada, sobretudo quando a negociação envolveu diferentes revisões.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Essas informações devem permitir uma leitura objetiva do compromisso assumido. “Migração de dados”, por exemplo, pode representar atividades bastante diferentes conforme o volume, os sistemas de origem e a necessidade de tratamento da base. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nesse projeto hipotético, seria necessário registrar quais dados serão migrados, quem fará a preparação e como o resultado será conferido. Uma descrição genérica deixaria a equipe sem elementos para estimar o esforço.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O mesmo cuidado se aplica aos prazos. Para o desenho desse fluxo, convém distinguir a expectativa apresentada durante a negociação da data efetivamente acordada e das condições necessárias para cumpri-la. Caso o início dependa de acessos fornecidos pelo cliente, essa dependência precisa acompanhar o projeto, com responsável e prazo de resolução.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também vale registrar o objetivo de negócio da contratação. Se o cliente adquiriu o software para reduzir o tempo de fechamento de relatórios, essa informação ajuda a orientar a reunião inicial e a validação das entregas. O objetivo não substitui o escopo, mas oferece contexto para discutir prioridades sem presumir que qualquer solicitação adicional já esteja incluída no serviço.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Antes de configurar automações, comercial e operação devem combinar o que caracteriza uma transição completa. Uma possibilidade é considerar a demanda recebida somente depois que o gestor do projeto conferir a documentação, identificar eventuais pendências e assumir formalmente a próxima etapa. Assim, o envio de informações e a aceitação do trabalho deixam de ser tratados como o mesmo evento.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para propostas com exigências técnicas ou prazos fora do padrão, recomenda-se antecipar essa participação. A operação pode ser envolvida ainda na negociação para avaliar capacidade e dependências. Nesse desenho, a passagem após o fechamento confirma condições já discutidas, em vez de inaugurar uma análise de viabilidade quando o compromisso com o cliente já foi assumido.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h2><b><span data-contrast="auto">Como conectar comercial e operação com monday.com</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h2>
<p><span data-contrast="auto">No ecossistema monday.com, o monday CRM é voltado à gestão do relacionamento com clientes e do ciclo comercial, incluindo atividades de pós-venda. O monday work management tem foco na organização de projetos e tarefas. A escolha dos produtos e da configuração deve partir da complexidade do processo e das necessidades de cada equipe. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Uma estrutura possível para o exemplo seria manter um quadro de oportunidades comerciais e outro para organizar as demandas de implantação. Cada negociação teria um registro, com os campos necessários à venda. Na operação, o registro correspondente reuniria as informações utilizadas para preparar e acompanhar a entrega. A separação permitiria organizar o trabalho de cada área sem exigir que todos utilizassem uma estrutura idêntica.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As automações entre quadros permitem configurar uma mudança de status para criar um item em outro quadro e conectar os registros. Aplicado ao exemplo, o fechamento da oportunidade poderia gerar uma demanda de implantação vinculada à venda. O conteúdo transferido depende do mapeamento dos campos definido na configuração. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nesse desenho, a demanda poderia entrar inicialmente como “Aguardando validação operacional”. O gestor designado conferiria escopo, documentação e dependências antes de confirmar o planejamento. Caso faltasse a definição sobre a preparação da base de dados, a pendência seria devolvida ao responsável pelo esclarecimento. A venda permaneceria registrada como concluída, mas o projeto ainda não seria apresentado como pronto para execução.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Essa distinção também orienta o uso das notificações. As automações do monday.com trabalham com gatilhos, condições e ações, permitindo enviar avisos e atualizar registros conforme regras configuradas. Seria possível, por exemplo, avisar o responsável quando chegasse a data de uma validação ainda pendente. A ferramenta encaminharia a cobrança; a avaliação sobre a suficiência das informações continuaria com a pessoa responsável. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Depois da validação operacional, o projeto poderia ser organizado em preparação, configuração, migração, testes e treinamento. Para cada etapa, a equipe definiria atividades, responsáveis e critérios de conclusão. No caso da migração, o planejamento deveria explicitar a dependência da base preparada pelo cliente. O profissional responsável pela execução também precisaria confirmar se a estimativa continua compatível com as condições encontradas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Durante o trabalho, uma solicitação de mudança seguiria um tratamento próprio. Se o cliente pedisse uma integração adicional, a recomendação seria registrar a demanda, avaliar o impacto e obter a aprovação necessária antes de incorporar a atividade ao escopo. Isso preservaria a distinção entre corrigir uma entrega contratada e executar um serviço novo, sem transformar uma conversa informal em autorização automática.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O acesso às informações também precisa acompanhar as responsabilidades. Segundo a documentação do monday.com, a visualização dos dados em colunas conectadas e espelhadas depende das permissões sobre os quadros e campos de origem. A configuração deve considerar quem precisa consultar cada informação, sem pressupor que conectar áreas exige disponibilizar todos os dados comerciais a todos os participantes. </span><span data-ccp-props="{}"> </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na conclusão da implantação, vale prever outra passagem: da equipe de projeto para os profissionais que manterão o relacionamento ou prestarão suporte. Nesse momento, o registro deveria indicar as entregas aceitas, as pendências remanescentes e os próximos responsáveis. Dessa forma, o fluxo proposto acompanharia o compromisso comercial até a entrega, incluindo a continuidade do atendimento.</span><span data-ccp-props="{}"> </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h2><b><span data-contrast="auto">Como medir o ganho e evoluir o fluxo de trabalho</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h2>
<p><span data-contrast="auto">Para avaliar essa estrutura, a recomendação é começar com um tipo de serviço recorrente e um grupo definido de participantes. No exemplo, poderiam ser selecionadas implantações com escopo semelhante. Antes do teste, seria necessário registrar como a passagem ocorre hoje, quais informações costumam exigir esclarecimento e quanto tempo decorre entre o fechamento e a aceitação da demanda pela operação.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esse intervalo seria um primeiro indicador. Recomenda-se medir separadamente o tempo até a validação operacional e o tempo até o início efetivo do serviço. A distinção ajudaria a interpretar um eventual atraso: uma demanda pode estar bem documentada, mas aguardar disponibilidade da equipe ou uma condição prevista com o cliente.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outro indicador seria a proporção de transições aceitas sem devolução por falta de informação. O cálculo poderia considerar os casos aprovados na primeira análise em relação ao total recebido no período. Para tornar a leitura útil, cada devolução deveria ter um motivo definido, como escopo incompleto, documentação ausente ou responsabilidade não esclarecida. Assim, a análise apontaria o que precisa ser corrigido na origem.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também vale acompanhar o esforço gasto com divergências de escopo. No teste proposto, a equipe poderia registrar as horas utilizadas para refazer atividades ou esclarecer compromissos que não estavam disponíveis no início. Esse acompanhamento deveria separar falhas na passagem de trabalho, mudanças solicitadas posteriormente pelo cliente e problemas de execução. Reunir causas diferentes sob o rótulo de “retrabalho” dificultaria a escolha da medida corretiva.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os dashboards do monday.com podem reunir dados dos quadros conectados, conforme as colunas e os componentes configurados. Para o fluxo descrito, um painel poderia apoiar o acompanhamento de demandas em validação, pendências e marcos de execução. A utilidade dessa visão depende de registrar as informações que serão analisadas e manter critérios consistentes entre as equipes. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A comparação dos resultados também exige cuidado com a composição dos projetos. Um período com implantações simples não oferece uma referência equivalente a outro concentrado em integrações complexas. Para avaliar o ganho, convém comparar serviços semelhantes e verificar se a redução do tempo de transição ocorreu sem aumento das pendências descobertas depois do início.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na implantação técnica, o volume de automações merece dimensionamento. A monday.com estabelece limites de ações conforme o plano, e uma única automação pode consumir mais de uma ação, dependendo da configuração. Portanto, a avaliação deve considerar quantas demandas passarão pelo fluxo e quais atividades serão executadas automaticamente, além da quantidade de usuários. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O teste também deve incluir situações fora do percurso esperado, como reabertura de uma oportunidade, alteração de responsável e criação duplicada de uma demanda. A equipe precisa saber como identificar e corrigir essas ocorrências. Para sustentar o processo, recomenda-se definir quem administra as regras, quem valida alterações e como os usuários recebem orientação.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Solo Network oferece consultoria monday.com para adequar o uso da plataforma às necessidades da empresa, com apoio em automações, integrações, dashboards e organização do trabalho. Esse acompanhamento permite discutir a configuração a partir do processo que precisa funcionar entre as áreas, e não apenas da escolha de funcionalidades. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Converse com a equipe da Solo Network para avaliar como estruturar a passagem do comercial para a operação com monday.com, preservando o histórico da negociação e definindo as condições necessárias para cada entrega.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acrobat no WhatsApp: o que muda no fluxo de documentos</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/acrobat-no-whatsapp-o-que-muda-no-fluxo-de-documentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luana Penhavel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 18:49:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma proposta comercial chega pelo WhatsApp, mas a conversa precisa parar enquanto alguém baixa o arquivo, procura um programa para abrir o PDF e tenta explicar, por mensagem, qual trecho...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma proposta comercial chega pelo WhatsApp, mas a conversa precisa parar enquanto alguém baixa o arquivo, procura um programa para abrir o PDF e tenta explicar, por mensagem, qual trecho precisa de ajuste. Quando a versão revisada retorna, ainda é necessário conferir se todas as observações foram consideradas. Em uma negociação com diferentes participantes, esse caminho pode se repetir várias vezes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração entre Adobe Acrobat e WhatsApp, anunciada em julho de 2026, encurta parte desse percurso. A novidade permite visualizar e marcar PDFs na conversa, com acesso ao Acrobat para alterações mais completas. O ganho está na continuidade entre receber um documento, revisar o conteúdo e devolver uma resposta.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a mudança encontra um hábito consolidado. Na pesquisa WhatsApp no Brasil, realizada pelo Opinion Box em junho de 2025 com 1.126 usuários adultos, 82% dos entrevistados afirmaram se comunicar com marcas pelo aplicativo. O levantamento também mostrou que 73% utilizavam a versão para computador, justamente o ambiente contemplado pela integração. São dados que ajudam a dimensionar a relevância de melhorar a experiência com documentos nesse canal.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, aproveitar essa facilidade exige compreender tanto os recursos disponíveis quanto o lugar do WhatsApp no processo. Uma revisão pode começar na conversa com o cliente, mas a aprovação, a assinatura e o armazenamento precisam seguir os procedimentos definidos pela organização. </p>



<h2 class="has-x-large-font-size"><strong>Como funciona o Acrobat no WhatsApp</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro ponto é a disponibilidade. Segundo a Adobe, a integração atende ao WhatsApp Web nos navegadores Google Chrome e Microsoft Edge e ao aplicativo WhatsApp Desktop para Windows, incluindo contas comuns e empresariais. O recurso não contempla o aplicativo móvel, o WhatsApp Desktop para macOS nem a API do WhatsApp Business.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visualização, o PDF pode ser aberto a partir da conversa, ampliado para tela cheia e percorrido com recursos de navegação e zoom, sem exigir que o usuário faça um download manual para iniciar a leitura. A renderização utiliza a tecnologia do Acrobat para preservar o layout e a formatação do documento.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">As ferramentas de marcação permitem desenhar, realçar, sublinhar e riscar trechos diretamente no PDF. Esses recursos são gratuitos e não exigem login em uma conta Adobe nem assinatura do Acrobat. Depois da revisão, o usuário pode concluir as marcações e enviar o arquivo de volta à conversa.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para modificar o conteúdo, o caminho é diferente. A opção “Editar no Acrobat” encaminha o documento às ferramentas da Adobe, com login quando solicitado. Nesse ambiente, é possível alterar textos, inserir conteúdo e organizar páginas, conforme os recursos disponíveis. A edição exige um plano pago. Assim, marcar uma informação no chat e efetivamente corrigir o conteúdo do PDF são operações distintas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Após as alterações, o fluxo oferece opções para devolver o PDF ao WhatsApp, salvar no armazenamento em nuvem da Adobe ou baixar para o dispositivo. A devolução integrada facilita a continuidade da conversa, mas não deve ser confundida com a atualização automática de todas as cópias que já foram compartilhadas.  </p>



<h2><strong>Onde aparece o ganho no fluxo de documentos?</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">Na área comercial, considere uma proposta que precisa de ajustes no prazo de entrega e na descrição de um serviço. O cliente poderia marcar os dois pontos no documento, em vez de enviar mensagens separadas tentando explicar a localização das informações. Para o vendedor, a revisão ficaria associada aos trechos correspondentes. Esse contexto pode reduzir dúvidas sobre o que deve ser alterado e facilitar a preparação da próxima versão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo raciocínio se aplica a compras. Imagine que um fornecedor encaminhe uma cotação com diferentes modelos de equipamento e condições de fornecimento. A equipe poderia destacar o item em análise e sinalizar uma condição que precisa ser esclarecida antes da continuidade da negociação. Nesse exemplo, o benefício não depende de automatizar a compra. Basta tornar a troca de informações mais precisa e evitar que uma observação importante fique distante do documento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em marketing, um uso possível seria a revisão preliminar de um catálogo ou de uma apresentação comercial enviada em PDF. Um responsável poderia indicar uma descrição desatualizada ou chamar atenção para uma informação que precisa de validação. As marcações ajudariam a orientar o ajuste, enquanto a alteração do material de origem e a aprovação final continuariam sob responsabilidade dos profissionais designados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses exemplos mostram onde faz sentido avaliar o Acrobat no WhatsApp: nas etapas de leitura, esclarecimento e revisão que já acontecem durante uma conversa. O potencial de ganho tende a ser mais relevante quando a tarefa exige poucas intervenções e uma resposta rápida. Para processos extensos, com muitos revisores e diferentes níveis de aprovação, vale preservar um ambiente de colaboração estruturado, usando o chat como apoio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial acrescenta outra possibilidade ao trabalho com os arquivos. No Acrobat, o Assistente de IA permite resumir documentos e fazer perguntas sobre o conteúdo, com referências que ajudam a localizar as informações utilizadas nas respostas. O acesso depende do plano e dos recursos contratados. </p>



<h2><strong>Como adotar o Acrobat no WhatsApp com controle</strong> </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Adobe informa que os documentos compartilhados nas conversas mantêm a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp. Arquivos protegidos por senha também preservam as restrições de acesso, exigindo a senha para abertura. Essas proteções são relevantes, mas precisam ser consideradas junto às regras de uso do ambiente corporativo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao encaminhar um documento para edição ou análise em outro serviço, a empresa deve avaliar as condições aplicáveis a esse tratamento. No caso do Assistente de IA, a Adobe informa que o conteúdo dos clientes não é utilizado para treinar seus modelos de IA. Essa informação, porém, não substitui a análise interna sobre quais documentos podem ser processados pela ferramenta.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados exige que o tratamento observe princípios como finalidade, necessidade e segurança, além da adoção de medidas técnicas e administrativas para proteger dados pessoais. A escolha de um canal criptografado, isoladamente, não resolve todas essas obrigações. É necessário avaliar a finalidade do compartilhamento, os destinatários e a quantidade de informação envolvida, entre outros aspectos do processo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma política de uso deve orientar quais categorias de documentos podem circular pelo WhatsApp e quais precisam permanecer em canais específicos. Um catálogo público pode receber um tratamento diferente de uma planilha de remuneração ou de um contrato com informações confidenciais. A orientação também deve abranger contas autorizadas, dispositivos utilizados e procedimentos para situações em que o destinatário solicita um envio incompatível com as regras da empresa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Acrobat no WhatsApp oferece uma oportunidade de tornar mais simples uma parte do trabalho com documentos. Para transformar essa facilidade em ganho consistente, o caminho é conectar a revisão ao restante do processo, com responsáveis, critérios de aprovação e um destino definido para o arquivo final. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Converse com a equipe da Solo Network para conhecer as soluções Adobe e avaliar os recursos de Acrobat mais adequados ao fluxo de documentos da sua empresa.  </p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é rolling wave planning e como aplicar no monday.com?</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/rolling-wave-planning-monday-com/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 21:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://solonetwork.com.br/?p=11499</guid>

					<description><![CDATA[<p>O rolling wave planning permite detalhar o projeto à medida que a execução avança. Com o monday.com, equipes podem organizar cada nova etapa, acompanhar dependências, recursos e riscos e adaptar o planejamento com mais contexto.</p>
<p>O post <a href="https://solonetwork.com.br/rolling-wave-planning-monday-com/">O que é rolling wave planning e como aplicar no monday.com?</a> apareceu primeiro em <a href="https://solonetwork.com.br">Solo Network</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nem todo projeto começa com todas as respostas. Muitas vezes, os objetivos estão definidos, mas requisitos, prioridades e formas de execução ficam mais claros conforme o trabalho avança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rolling wave planning, ou planejamento em ondas sucessivas, acompanha justamente essa dinâmica. A abordagem trabalha com diferentes níveis de detalhe: atividades próximas da execução são estruturadas com tarefas, responsáveis, prazos e dependências, enquanto etapas mais distantes permanecem organizadas em entregas ou marcos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o projeto evolui e novas informações surgem, a próxima “onda” é detalhada. Assim, a equipe evita investir tempo em planos muito específicos para atividades que ainda dependem de decisões ou resultados anteriores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Planejar menos ou planejar melhor?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Rolling wave planning não significa deixar decisões para a última hora. A proposta é concentrar o maior nível de detalhamento onde ele realmente faz sentido, mantendo uma visão clara do projeto como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine o desenvolvimento de um novo portal para clientes. Pesquisa e design podem ser planejados detalhadamente desde o início, enquanto desenvolvimento e lançamento permanecem em um nível mais amplo até que as primeiras fases tragam informações suficientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o design termina, por exemplo, a equipe pode estruturar a próxima onda com estimativas, responsabilidades e dependências mais realistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Plataformas de gestão de trabalho como o monday.com ajudam a organizar essa dinâmica ao reunir cronogramas, responsáveis, dependências e atualizações em um mesmo ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona o planejamento em ondas?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O processo começa com uma visão geral dos objetivos, principais entregas, marcos, restrições e riscos. A equipe então estabelece um horizonte de planejamento, como as próximas quatro ou seis semanas, e detalha o trabalho previsto para esse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a execução, acompanha resultados, mudanças e novos aprendizados. Essas informações ajudam a revisar premissas e riscos antes de detalhar a próxima onda. Dessa forma, o planejamento deixa de ser estático e amadurece junto com o projeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando o rolling wave planning faz sentido?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem funciona especialmente bem quando existe um objetivo claro, mas nem todas as etapas podem ser previstas com segurança desde o início.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos de tecnologia, desenvolvimento de produtos, pesquisa, inovação, engenharia e campanhas de marketing são alguns exemplos. Nesses contextos, descobertas feitas durante a execução podem alterar prioridades e influenciar as próximas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já projetos altamente previsíveis, com requisitos estáveis e processos consolidados, podem se beneficiar de um planejamento mais detalhado desde o início.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rolling wave planning, Agile e Waterfall são a mesma coisa?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora tenha pontos em comum com métodos ágeis, rolling wave planning não é sinônimo de Agile.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Waterfall, grande parte do projeto costuma ser estruturada antecipadamente em fases sequenciais. Métodos ágeis, por sua vez, trabalham com ciclos curtos de execução, revisão e priorização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rolling wave planning mantém uma visão ampla dos principais marcos, mas aumenta o nível de detalhe conforme cada etapa se aproxima. As abordagens também podem coexistir: uma organização pode usar rolling wave planning para estruturar o projeto em nível macro e sprints para executar o trabalho dentro de cada onda.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os principais benefícios?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais ganhos é permitir que o projeto avance sem esperar que todas as variáveis estejam definidas. A equipe começa pelo que já conhece e mantém flexibilidade para adaptar as etapas seguintes às informações obtidas durante a execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso também favorece uma gestão mais realista de riscos, recursos e prazos. Em vez de assumir compromissos de longo prazo baseados em hipóteses, as decisões podem ser refinadas conforme surgem dados mais concretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como apenas o horizonte mais próximo exige alto nível de detalhamento, atualizar tarefas e prioridades também se torna mais simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No monday.com, visualizações como Gantt, dashboards e gestão de carga de trabalho ajudam a acompanhar entregas e reorganizar recursos conforme novas ondas entram em execução.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como aplicar rolling wave planning na prática?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é estruturar a visão geral do projeto, definindo objetivos, entregas, marcos, restrições e riscos. Em seguida, a equipe estabelece o horizonte de planejamento e detalha a primeira onda com tarefas, responsáveis, estimativas, recursos e dependências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a execução, comparar o planejado com o realizado ajuda a identificar desvios e reunir informações para as próximas decisões. Ao final da onda, a equipe revisa resultados e aprendizados e detalha a etapa seguinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ciclo de planejar, executar, revisar e avançar o horizonte permite combinar flexibilidade com estrutura ao longo de todo o projeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o monday AI Workspace apoia um planejamento mais adaptável?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o planejamento evolui continuamente, informações espalhadas entre planilhas, mensagens e documentos podem dificultar a visão do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monday AI Workspace permite concentrar planejamento e execução em um ambiente conectado. Gantt, dependências, marcos e baselines ajudam a visualizar o cronograma e comparar o planejado com o realizado, enquanto dashboards reúnem informações sobre andamento, orçamento e prazos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Automações também podem reduzir atividades operacionais, como lembretes, atribuições e movimentações entre etapas. Já recursos de IA e agentes podem apoiar a identificação de riscos e gargalos, trazendo informações que ajudam a equipe a decidir como estruturar as próximas ondas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia, portanto, não substitui o planejamento. Ela ajuda a mantê-lo atualizado conforme o projeto produz novas informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Planejamento que evolui com o projeto</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos sujeitos a mudanças não precisam escolher entre um plano rígido e a ausência de planejamento. O rolling wave planning permite manter direção e visibilidade sobre o todo enquanto o nível de detalhe acompanha aquilo que a equipe realmente conhece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um ambiente conectado como o monday.com, planejamento, execução, dados e colaboração permanecem próximos. Em vez de tentar antecipar todas as respostas, a organização pode incorporar aprendizados e estruturar as próximas etapas com informações mais consistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o planejamento deixa de ser uma fotografia feita no início do projeto e passa a evoluir junto com a execução.</p>
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		<title>Adobe leva novos recursos de IA para o Premiere e o After Effects</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/novos-recursos-ia-adobe-premiere-after-effects/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 19:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Editar um vídeo muitas vezes significa interromper o processo criativo para resolver pequenos problemas. Falta uma imagem para completar uma cena, o áudio precisa de um efeito específico ou uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="449" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-04_01-1-1024x449.jpg" alt="" class="wp-image-11525" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-04_01-1-1024x449.jpg 1024w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-04_01-1-300x131.jpg 300w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-04_01-1-767x336.jpg 767w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-04_01-1-1536x673.jpg 1536w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-04_01-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Editar um vídeo muitas vezes significa interromper o processo criativo para resolver pequenos problemas. Falta uma imagem para completar uma cena, o áudio precisa de um efeito específico ou uma gravação ficou com ruído. Em situações assim, o editor acaba deixando a timeline para procurar arquivos, ferramentas e soluções em outros lugares. A Adobe quer diminuir essas interrupções. As novas atualizações do Premiere e do After Effects trazem recursos de inteligência artificial que permitem criar, editar e ajustar diferentes elementos diretamente dentro dos projetos, a ideia é tornar o processo mais rápido sem tirar do profissional a decisão sobre o resultado final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais lançamentos estão a geração de vídeos, efeitos sonoros, músicas e paisagens sonoras dentro do Premiere. O programa também recebeu novas ferramentas para tratamento de áudio e correção de cor. No After Effects, o destaque fica por conta do novo Assistente de IA, que pode assumir tarefas mais trabalhosas e ajudar na organização de projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o momento é ainda mais especial para o Premiere. O software será reconhecido pela Academia de Televisão com um Emmy de Engenharia, Ciência e Tecnologia em 2026, como reconhecimento pelos 35 anos de contribuição para a produção de televisão e para a pós produção audiovisual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Criação de vídeos e sons direto na timeline</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das novidades mais interessantes é a Ferramenta de Mídia Generativa do Premiere. Com ela, o editor não precisa necessariamente sair do programa para encontrar aquele elemento que está faltando na edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O funcionamento é simples. O usuário escolhe onde quer inserir o conteúdo, descreve o que precisa e a ferramenta gera uma opção que pode ser editada dentro do próprio projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é possível escolher o modelo de inteligência artificial utilizado. Além do Adobe Firefly, estão disponíveis modelos de parceiros como Google Veo, Kling, Runway e Luma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso abre espaço para diferentes possibilidades durante a edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recurso Gerar Vídeo pode ser usado para preencher espaços na timeline e criar cenas que tenham relação com o restante do material. O Premiere também pode utilizar quadros de referência do projeto para ajudar a manter a aparência da nova imagem alinhada com o vídeo original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte de áudio, a Geração de Efeitos Sonoros permite criar sons a partir de uma descrição ou até utilizar a voz do próprio editor como referência para determinar ritmo, duração e intensidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também chega o Gerar Paisagem Sonora, ainda em beta. A ferramenta analisa até 15 segundos de vídeo e cria uma combinação de ambiente e efeitos sonoros relacionados à cena. O resultado funciona como um ponto de partida que pode ser ajustado posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade é o Gerar Música, que cria músicas originais e permite escolher entre diferentes variações. O usuário também consegue controlar aspectos como andamento e repetição. As músicas geradas contam com direitos de sincronização para diferentes tipos de mídia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O áudio também ficou mais inteligente</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="954" height="998" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-05_01.jpg" alt="" class="wp-image-11526" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-05_01.jpg 954w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-05_01-287x300.jpg 287w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-05_01-768x803.jpg 768w" sizes="(max-width: 954px) 100vw, 954px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas de áudio estão entre as tarefas que mais podem consumir tempo durante uma edição. Ruídos, vozes sobrepostas e músicas que acabam encobrindo diálogos são situações bastante comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas ferramentas de áudio do Premiere, disponíveis em beta público, foram desenvolvidas justamente para facilitar esse tipo de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Aprimorar Áudio passa a oferecer mais controle sobre os diferentes elementos presentes em uma gravação. Diálogos, música, ambiência e efeitos podem ser tratados separadamente, permitindo que o editor faça ajustes mais precisos sem precisar trabalhar com tudo como se fosse uma única camada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Separate Crosstalk também chama atenção. O recurso consegue identificar duas vozes que estão falando ao mesmo tempo e separá-las em faixas diferentes. Assim, cada voz pode ser editada e mixada individualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Dynamic Auto Ducking faz automaticamente o equilíbrio entre diálogos, música e outros elementos sonoros, diminuindo a necessidade de ajustes manuais com quadros-chave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Adobe também atualizou o algoritmo de velocidade para melhorar alterações na duração do áudio, preservando de maneira mais natural características como tom e timbre.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>After Effects ganha um Assistente de IA</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial também está chegando ao After Effects de uma maneira mais integrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo Assistente de IA, disponível em beta público, pode ajudar em tarefas que normalmente exigem bastante tempo, especialmente em projetos grandes de motion design.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, em vez de realizar manualmente uma sequência de ações, o profissional pode explicar o que precisa em linguagem natural e deixar que o assistente execute parte do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recurso consegue analisar o projeto como um todo, inclusive quando existem milhares de camadas. Ele pode ajudar a reorganizar arquivos, identificar problemas técnicos, analisar composições e filmagens e executar determinadas tarefas a partir das instruções do usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é possível criar efeitos de movimento mais complexos, incluindo expressões, sem necessariamente precisar escrever código.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa deixar as decisões criativas nas mãos da IA. O profissional continua escolhendo o que será feito, o que precisa ser alterado e qual será o resultado final. A proposta é usar a tecnologia para cuidar da parte mais operacional do processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais possibilidades para trabalhar com cor</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="566" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-06_01-1024x566.jpg" alt="" class="wp-image-11527" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-06_01-1024x566.jpg 1024w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-06_01-300x166.jpg 300w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-06_01-767x424.jpg 767w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-06_01-1536x849.jpg 1536w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/IMAGEM-06_01.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Premiere também recebeu novidades no Modo Cor, atualmente em beta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta ganhou novos Módulos de Estilo, como Vinheta e Tons Médios, que ajudam a criar diferentes características visuais e dar uma aparência mais cinematográfica ao material.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade é a Cor Automática, que permite corrigir temperatura e exposição de um clipe, de um grupo de arquivos ou de uma sequência inteira com um único clique.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem precisa fazer ajustes rápidos durante a edição, a ferramenta pode economizar bastante tempo. Ao mesmo tempo, continua sendo possível fazer uma correção mais detalhada quando o projeto chega à etapa final.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novidades para deixar a edição mais fluida</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da inteligência artificial, a Adobe também fez mudanças na própria experiência de uso do Premiere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os painéis Propriedades e Efeitos foram redesenhados para facilitar a navegação e tornar o acesso às ferramentas mais rápido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Frame.io Mounted Storage também passa a estar disponível para todas as contas. Com ele, é possível acessar arquivos em resolução completa diretamente da nuvem dentro da timeline do Premiere, sem precisar fazer downloads manuais e ocupar espaço no armazenamento do computador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No conjunto, as novidades mostram uma direção bastante clara da Adobe. A inteligência artificial está cada vez mais presente dentro do processo de produção, não apenas como uma ferramenta para gerar conteúdo, mas também para resolver problemas, organizar projetos e acelerar tarefas que costumam tomar tempo do profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo continua sendo deixar o editor mais livre para fazer aquilo que realmente depende de criatividade, repertório e decisão humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, enquanto o Premiere celebra 35 anos de história com o reconhecimento da Academia de Televisão, a Adobe dá mais um passo para adaptar suas ferramentas à nova realidade da produção audiovisual.</p>
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		<title>Como a IA pode fortalecer a atuação do PMO com monday.com</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/ia-pmo-monday-com/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 20:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o avanço do PMO (Project Management Office) para uma posição mais estratégica nas empresas, sua atuação também precisa ir além do acompanhamento de cronogramas e da consolidação de relatórios....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço do PMO (Project Management Office) para uma posição mais estratégica nas empresas, sua atuação também precisa ir além do acompanhamento de cronogramas e da consolidação de relatórios. Hoje, o desafio está em conectar projetos, recursos e objetivos de negócio, mantendo uma visão clara do que acontece em diferentes frentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução também abre espaço para o uso da inteligência artificial como apoio à gestão. A tecnologia pode ajudar a transformar grandes volumes de informações operacionais em dados mais úteis, apoiando desde a identificação de riscos até a preparação de atualizações executivas, enquanto as equipes continuam responsáveis pelas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo pesquisa global do Project Management Institute (PMI), cerca de dois em cada cinco profissionais de projetos já utilizavam IA generativa em mais da metade de seus projetos. O levantamento também identificou crescimento de 86% no número de usuários intensivos da tecnologia em poucos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A monday AI Work Platform reúne esses recursos em uma plataforma na qual planejamento, execução e acompanhamento podem acontecer de forma conectada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma visão integrada do portfólio</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando projetos são administrados em ferramentas e planilhas diferentes, entender o panorama geral exige tempo e consolidação manual. <strong>Por isso,</strong> centralizar essas informações permite ao PMO acompanhar iniciativas, marcos, dependências, prazos e caminhos críticos em um único ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ao mesmo tempo,</strong> essa visibilidade facilita a conexão entre execução e estratégia. Em vez de observar cada projeto isoladamente, o PMO consegue analisar como diferentes iniciativas avançam em relação às prioridades da organização e identificar mais rapidamente os pontos que precisam de atenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recursos e capacidade com mais contexto</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Planejar recursos não significa apenas descobrir quem está disponível. <strong>Na prática,</strong> também envolve entender competências, capacidade, carga de trabalho e prioridades antes de direcionar pessoas para novos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além disso,</strong> recursos de planejamento e gestão de capacidade do monday.com ajudam a reunir essas informações e oferecem ao PMO uma leitura mais clara sobre a distribuição das equipes. <strong>Assim,</strong> fica mais fácil identificar sobrecargas, capacidades disponíveis e possíveis ajustes antes que afetem a execução.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Governança sem tornar os processos rígidos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Padronização é importante para o PMO, mas processos excessivamente rígidos podem dificultar o trabalho das equipes. Nesse sentido, a proposta é criar uma estrutura comum para aquilo que precisa ser consistente, preservando flexibilidade onde ela agrega valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Templates gerenciados, formulários e automações ajudam a organizar a entrada de novas demandas e a estabelecer padrões para projetos, aprovações e informações essenciais. Com isso, o PMO fortalece a governança sem precisar transformar cada etapa em um processo manual.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dados que chegam mais preparados para a decisão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além da governança, outro papel importante do PMO é transformar informações operacionais em uma visão útil para gestores e lideranças. Dashboards podem consolidar indicadores de orçamento, cronograma, utilização de recursos e riscos, reduzindo a necessidade de reunir dados de diferentes fontes a cada atualização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessas informações, a IA acrescenta uma nova camada ao processo. Em vez de apenas apresentar indicadores, ela pode apoiar a análise dos dados, resumir mudanças e destacar situações que merecem atenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Agentes de IA apoiando tarefas recorrentes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Parte significativa da rotina de um PMO ainda envolve atividades repetitivas: solicitar atualizações, consolidar status, verificar dependências e procurar sinais de atraso entre diferentes projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, os agentes de IA da monday.com podem automatizar parte dessas atividades e acompanhar informações dos projetos continuamente. O Risk Analyzer, por exemplo, analisa informações dos projetos para identificar riscos relacionados a cronogramas, dependências e cargas de trabalho. Já o Status Reporter utiliza os dados disponíveis no ambiente para preparar atualizações de andamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, profissionais do PMO podem dedicar menos tempo à coleta manual de informações e concentrar esforços na análise dos dados, na definição de prioridades e na coordenação das ações necessárias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aplicações personalizadas para diferentes necessidades</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de automatizar atividades recorrentes, a tecnologia também pode ajudar o PMO a adaptar seus processos às necessidades da organização. Afinal, diferentes empresas podem adotar modelos próprios para entrada de projetos, governança, avaliação de iniciativas ou gestão de portfólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o monday vibe, essas necessidades podem ser transformadas em aplicações personalizadas sem exigir desenvolvimento tradicional. Já o monday MCP (Model Context Protocol) amplia as possibilidades de integração entre o workspace e ferramentas externas de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso permite adaptar a tecnologia ao modelo operacional do PMO, em vez de obrigar o PMO a reorganizar toda a sua operação em torno da ferramenta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Projetos conectados aos objetivos do negócio</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um portfólio bem administrado não responde apenas à pergunta “o projeto está no prazo?”. Também precisa mostrar por que aquela iniciativa existe e qual resultado estratégico ela ajuda a alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao conectar projetos, tarefas, metas e OKRs, o monday.co m permite acompanhar essa relação ao longo da execução. Para a liderança, isso oferece uma visão mais clara de como os esforços das equipes contribuem para objetivos mais amplos da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um PMO mais conectado à estratégia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço da IA não elimina a necessidade de governança, planejamento ou análise humana. Pelo contrário: pode tornar essas competências ainda mais relevantes ao reduzir o esforço dedicado à coleta e organização das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução também reforça a importância de aproximar a gestão de projetos da estratégia. Segundo o Pulse of The Profession 2025, do PMI (Project Management Institute), apenas 18% dos profissionais de projetos apresentam alto nível de visão de negócios (business acumen), competência relacionada à capacidade de conectar projetos às prioridades mais amplas da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, dados centralizados, automações e IA contextual dão ao PMO condições de identificar riscos com antecedência, acompanhar recursos com mais precisão e levar informações mais consistentes para as decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse modelo, o monday AI Work Platform funciona como uma base que conecta estratégia e execução, permitindo que o PMO evolua de uma estrutura focada principalmente em controle para uma função capaz de orientar prioridades, antecipar problemas e apoiar resultados de negócio.</p>
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		<title>Solo Network participa do Startup Summit 2026 e fortalece conexões com o ecossistema de inovação</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/adobe-startup-summit-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 21:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 26, 27 e 28 de agosto, a Adobe marcou presença no Startup Summit 2025, realizado em Florianópolis (SC), um dos principais eventos de inovação, tecnologia e empreendedorismo...</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias <strong>26, 27 e 28 de agosto</strong>, a Adobe marcou presença no Startup Summit 2025, realizado em Florianópolis (SC), um dos principais eventos de inovação, tecnologia e empreendedorismo da América Latina. O encontro reuniu milhares de profissionais, startups, investidores e empresas que buscam impulsionar negócios, compartilhar conhecimento e explorar as principais tendências que estão moldando o futuro do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um estande dedicado à demonstração de suas soluções, o time da Adobe recebeu clientes, parceiros e visitantes interessados em descobrir novas formas de acelerar a criação de conteúdo e potencializar resultados por meio da criatividade e da inteligência artificial. Durante os três dias de evento, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer na prática ferramentas como <strong>Adobe Express</strong>, <strong>Acrobat Studio,</strong> <strong>Creative Cloud</strong> e <strong>Adobe Firefly</strong>, além de trocar experiências sobre os desafios e oportunidades da transformação digital nas organizações.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="580" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC03230-1024x580.jpg" alt="" class="wp-image-11530" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC03230-1024x580.jpg 1024w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC03230-300x170.jpg 300w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC03230-767x434.jpg 767w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC03230-1536x870.jpg 1536w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/DSC03230.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O estande foi um importante ponto de encontro para conversas sobre produtividade, colaboração e escalabilidade na produção de conteúdo. As demonstrações destacaram como as soluções da Adobe permitem que equipes de diferentes áreas criem materiais com mais rapidez, mantenham a consistência da identidade visual das marcas e ampliem o impacto de suas ações de marketing e comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de apresentar tecnologia, a participação no evento proporcionou momentos valiosos de relacionamento e networking. Ao longo da programação, o time da Adobe estreitou conexões com profissionais de diversos setores, conheceu projetos inovadores e compartilhou experiências com empresas que estão investindo em criatividade e inovação como diferenciais competitivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a presença da Adobe no Startup Summit 2026 reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento do ecossistema de inovação brasileiro. Estar próximo de empreendedores, startups e líderes de mercado é uma forma de compreender as necessidades em constante transformação dos negócios e demonstrar como a tecnologia pode simplificar processos, acelerar ideias e apoiar o crescimento das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que apresentar soluções, a participação da Adobe no evento evidenciou o papel estratégico da criatividade como motor de inovação. Em um ambiente marcado por conexões, aprendizado e troca de conhecimento, o estande se tornou um espaço para inspirar novas possibilidades e mostrar como a combinação entre pessoas, tecnologia e inteligência artificial está redefinindo a forma como as marcas criam, comunicam e se relacionam com seus públicos</p>
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		<title>Como transformar a IA em um projeto rentável?</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/como-transformar-a-ia-em-um-projeto-rentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 13:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://solonetwork.com.br/?p=11345</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Ramon Ribeiro, Diretor Comercial da Solo Network Pelo menos oito em cada dez empresas já usam inteligência artificial em alguma função de negócio. Mas apenas uma em cada vinte...</p>
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  <div class="pr-body">
    <p class="pr-author"><i>Por Ramon Ribeiro, Diretor Comercial da Solo Network</i></p>
    <div class="pr-text">
      <p>Pelo menos oito em cada dez empresas já usam inteligência artificial em alguma função de negócio. Mas apenas uma em cada vinte conseguiu escalar essa IA para além do piloto. É esse o dado que define o momento atual da tecnologia nas organizações, segundo o levantamento State of AI da McKinsey, conduzido com quase dois mil participantes em mais de cem países. O paradoxo não é acidental; expõe uma confusão que custou anos e orçamentos consideráveis a uma geração de líderes: a diferença entre usar IA e construir com ela.</p>

      <p>A IA está deixando de ser um projeto com começo, meio e fim para se tornar a fundação sobre a qual processos, decisões e produtos operam continuamente. Essa transição, da experimentação para a infraestrutura, é a ruptura que separa as empresas que capturam valor daquelas que acumulam experiência sem retorno.</p>

      <p>E os dados são implacáveis quanto ao custo de não fazer essa travessia: levantamento do Boston Consulting Group com mais de mil executivos em cinquenta e nove países mostra que três quartos das organizações não conseguiram demonstrar valor tangível com IA. Não por falta de tecnologia. Por falta de transformação.</p>

      <h2>O problema não é tecnológico</h2>
      <p>Quando empresas explicam por que seus projetos de IA falharam, a resposta raramente menciona o modelo escolhido ou a plataforma de nuvem. O MIT, em análise de mais de trezentos projetos, identificou que 95% das iniciativas de IA generativa não entregam impacto mensurável no resultado financeiro. As causas dominantes são organizacionais: processos que não foram redesenhados, dados que não foram governados, pessoas que não foram preparadas e patrocínio executivo que não sustentou a iniciativa além do piloto.</p>

      <p>O BCG sistematizou essa constatação na chamada regra 10-20-70: em projetos de IA que geram valor, 10% do investimento vai para algoritmos, 20% para tecnologia e dados, e 70% para pessoas e processos. É a inversão completa da intuição dominante nas empresas, que costumam concentrar esforço na camada tecnológica e tratar o lado humano como custo secundário. A McKinsey reforça a leitura: as empresas que mais crescem com IA são três vezes mais propensas a redesenhar fundamentalmente seus fluxos de trabalho ao implementar a tecnologia, em vez de simplesmente encaixá-la nos processos existentes.</p>

      <p>Há ainda um efeito que pesquisadores do MIT chamam de curva J da adoção de IA: antes dos ganhos, as organizações enfrentam uma queda temporária de produtividade, enquanto pessoas, dados e fluxos de trabalho se ajustam à nova lógica operacional. Empresas que leem essa queda como fracasso e abandonam a iniciativa nunca alcançam o ponto de inflexão em que o retorno começa a superar o investimento.</p>

      <p>O perfil das companhias que efetivamente convertem IA em vantagem competitiva tem características distintas e replicáveis. Não é questão de setor, porte ou localização geográfica. A diferença está nas escolhas que antecedem a implementação. Empresas com operações plenamente redesenhadas por IA registram crescimento de receita duas vezes e meia superior ao das demais, com produtividade equivalente.</p>

      <h2>O Brasil nessa corrida</h2>
      <p>O mercado brasileiro ocupa posição singular nesse movimento global. A adoção de IA entre empresas industriais cresceu mais de 140% em dois anos, segundo o IBGE, o que coloca o Brasil entre os mercados de expansão mais rápida do mundo nessa categoria. O mercado de tecnologia da informação do país é o maior da América Latina e o décimo maior do mundo. O gap de maturidade nacional, porém, é grande: pesquisa da Abiacom indicou que ao menos 72% das empresas brasileiras ainda estão em estágios iniciais ou experimentais de adoção de IA.</p>

      <p>A maioria das implementações de IA em grandes organizações, nos últimos dois anos, foi conduzida por fornecedores especializados, e não desenvolvida internamente. As empresas tentaram construir, encontraram os limites do que conseguiam entregar com os times que tinham e mudaram de estratégia.</p>

      <p>O gap de talentos explica parte da história, mas não é o fator mais relevante. Contratar cientistas de dados e engenheiros de machine learning resolveu o problema técnico de muitas organizações sem resolver o problema de escala. O que falta não é inteligência; é experiência acumulada em contextos parecidos, do tipo que só se forma depois de ter visto o suficiente: quais decisões de arquitetura voltam para assombrar o projeto seis meses depois, que tipo de resistência organizacional aparece quando a IA começa a tocar nos processos de quem tem poder para travar a implementação, e o que preservar desta vez porque já foi erro da última.</p>

      <p>É essa inteligência que nenhum contrato de software entrega e que nenhum time interno constrói sem percorrer os mesmos tropeços. Um parceiro especializado não existe para suprir ausência de capacidade, mas para comprimir o tempo entre o piloto e a operação que se sustenta, evitando que a empresa pague o preço de aprendizados já disponíveis. As organizações que chegarem primeiro a essa maturidade não vão apenas operar com mais eficiência; vão definir o padrão competitivo do seu setor num momento em que a distância entre quem escala e quem experimenta está se tornando difícil de reverter.</p>
    </div>
  </div>
  <div class="pr-veiculos">
    <p class="pr-veiculos-label">Publicado em</p>
    <div class="veiculos-grid">
      <a class="veiculo-link" href="https://www.modaisemfoco.com.br/noticias/como-transformar-a-ia-em-um-projeto-rentavel" target="_blank">Modais em Foco – 05/08</a>
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		<title>Arquitetura híbrida vira modelo permanente e exige governança contínua</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/arquitetura-hibrida-vira-modelo-permanente-e-exige-governanca-continua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 21:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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  <div class="pr-body">
    <p class="pr-author">Por Ramon Ribeiro, Diretor Comercial da Solo Network e CTO da Solo Iron</p>
    <div class="pr-text">
      <p>Quase toda empresa brasileira de médio ou grande porte passou, nos últimos anos, por uma reunião com o mesmo roteiro: o projeto de dados ou de inteligência artificial já foi aprovado, o orçamento está garantido, e a primeira tarefa prática — juntar a informação que vai alimentar o modelo — revela que ninguém sabe precisar o que roda em cada nuvem, o que permaneceu no data center e quanto custaria reunir tudo. A cena costuma ser lida como falha de planejamento, quando na verdade é o instante em que a organização enxerga, pela primeira vez e por inteiro, a arquitetura que construiu sem perceber.</p>

      <p>Refazer a linha do tempo dessa arquitetura quase nunca aponta para uma decisão de tecnologia. Aponta para uma sequência de decisões de negócio que faziam sentido isoladamente: a concorrência encerrada com dois provedores de nuvem porque a disputa reduzia o preço, o comitê de risco que determinou menos dependência de fornecedor único, a aquisição que trouxe junto o ambiente inteiro da empresa comprada, o sistema crítico que ninguém quis tocar e ficou no data center.</p>

      <p>Nenhuma dessas escolhas foi equivocada, mas nenhuma passou por um desenho comum, e a soma de decisões razoáveis gerou um ambiente que ninguém projetou e que agora precisa sustentar a agenda mais exigente que a tecnologia corporativa já enfrentou.</p>

      <p>Por mais de uma década, a nuvem híbrida foi vendida como etapa intermediária de uma jornada cujo destino seria a nuvem pública integral, com a promessa implícita de que a desordem do presente se dissolveria na chegada. Os dados de mercado aposentaram essa premissa.</p>

      <p>O relatório State of the Cloud, publicado pela Flexera em 2026 a partir de pesquisa com 753 tomadores de decisão de nuvem, indica que 73% das organizações operam ambientes híbridos, três pontos percentuais acima da edição anterior, com adoção de múltiplas nuvens também em alta. O híbrido deixou de ser caminho e virou ponto de chegada, o que altera a natureza do problema: já não se trata de atravessar a transição, e sim de aprender a operar bem um modelo que veio para ficar.</p>

      <h2>Nuvem híbrida deixou de ser etapa para virar destino</h2>
      <p>O achado mais revelador do levantamento da Flexera não é a predominância do híbrido, e sim o trânsito simultâneo em duas direções. A mesma pesquisa registra crescimento de dois pontos percentuais, no ano, na parcela de cargas e dados repatriados da nuvem pública para ambientes privados ou locais, enquanto novas migrações seguiram em ritmo forte.</p>

      <p>Empresas sobem cargas novas ao mesmo tempo em que trazem cargas antigas de volta, o que descreve menos um recuo da nuvem e mais um processo permanente de realocação, no qual cada carga busca o ambiente que faz mais sentido naquele momento, pesando custo, latência, regulação e risco.</p>

      <p>Essa dinâmica encerra a pergunta que organizou a década passada — quando a empresa completaria sua migração — e instala outra, que nunca se fecha: qual é o melhor lugar para cada carga agora, e quando essa resposta precisa ser revista.</p>

      <p>A diferença parece sutil, mas separa dois modos de operar. No primeiro, posicionar cargas é evento de projeto, decidido uma vez na migração e esquecido. No segundo, é decisão viva, que acompanha mudanças de preço, de regulação e de estratégia, e que por isso exige dono, critério e ritual de revisão, como qualquer outra decisão recorrente de gestão.</p>

      <p>O custo de permanecer no primeiro modo aparece no mesmo relatório. O desperdício estimado de gastos em nuvem subiu a 29% do total investido, revertendo cinco anos seguidos de queda — movimento que a própria pesquisa associa à complexidade de administrar migração e repatriação em paralelo, à proliferação de aplicações contratadas como serviço e à chegada acelerada das cargas de inteligência artificial.</p>

      <p>Quase um terço do orçamento de nuvem consumido por capacidade ociosa, contratos mal dimensionados e redundâncias invisíveis é o preço recorrente cobrado pela arquitetura acidental de quem a opera sem governança.</p>

      <h2>Cargas de inteligência artificial expõem a arquitetura acidental</h2>
      <p>No Brasil, essa conta tende a subir, porque a nuvem se tornou o terreno onde a agenda de inteligência artificial será disputada. O estudo Predictions Brazil 2026, divulgado pela IDC, projeta crescimento de 18,5% da infraestrutura de nuvem no país no ano, chegando a US$ 4,4 bilhões, com cerca de 38% de todos os gastos com inteligência artificial direcionados a infraestrutura e aplicações em nuvem.</p>

      <p>A mesma consultoria registra, em pesquisa com líderes empresariais latino-americanos, que 60% pretendem recorrer a ambientes híbridos para otimizar suas cargas de inteligência artificial até o fim da década, sem consenso sobre qual combinação de data center próprio, colocation e nuvem pública atende melhor cada caso.</p>

      <h2>Governança contínua substitui o desenho único</h2>
      <p>A resposta organizacional é institucionalizar o que hoje acontece por inércia. O posicionamento de carga passa a ser decisão de governança com critérios explícitos — custo unitário, latência exigida pelo negócio, residência e soberania do dado, risco de concentração em fornecedor e capacidade real da equipe de operar cada ambiente —, revista em ciclos regulares em vez de definida uma única vez.</p>

      <p>As disciplinas de gestão financeira de nuvem deixam de ser exercício de relatório e passam a alimentar essas revisões com dados reais de consumo. A compra, que é a porta de entrada do problema, passa pelo mesmo crivo, com cláusulas de portabilidade e custo de saída negociadas antes da assinatura e aquisições de empresas que incluem a integração de ambientes no cálculo do negócio.</p>

      <p>Há ainda uma camada dessa governança que costuma escapar das discussões de infraestrutura: a do dado. Em uma arquitetura assumidamente híbrida, o elemento de unificação deixa de ser o provedor e passa a ser a plataforma de dados que atravessa os ambientes, com catálogo comum, padrões de interoperabilidade e regras de acesso válidas em qualquer lugar onde a carga esteja rodando.</p>

      <p>Sem essa camada, cada realocação vira projeto de migração de dados, com o custo e o risco que isso implica, e a flexibilidade prometida pelo modelo híbrido se converte em atrito permanente entre as áreas que produzem a informação e as que precisam consumi-la.</p>

      <p>A distância competitiva dos próximos anos vai se abrir menos pela escolha de provedor e mais pela existência ou não desse processo. Quando a próxima onda de cargas de inteligência artificial chegar — e ela já figura nos planos de investimento das empresas brasileiras —, vai encontrar em algumas organizações uma governança capaz de dizer rapidamente o que roda em cada lugar e por quê, e em outras um acúmulo de decisões que ninguém consegue mais explicar. As duas vão pagar pela arquitetura híbrida, mas só a primeira receberá algo em troca.</p>
    </div>
  </div>
  <div class="pr-veiculos">
    <p class="pr-veiculos-label">Publicado em</p>
    <div class="veiculos-grid">
      <a class="veiculo-link" href="https://imasters.com.br/cloud/arquitetura-hibrida-vira-modelo-permanente-e-exige-governanca-continua" target="_blank">Imasters – 31/08</a>
      <a class="veiculo-link" href="https://jornalempresasenegocios.com.br/destaques/arquitetura-hibrida-vira-modelo-permanente-e-exige-governanca-continua/" target="_blank">Jornal Empresas &amp; Negócios online – 31/08</a>
      <a class="veiculo-link" href="https://www.bra1.com.br/geral/id-686827/nuvem_hibrida_virou_padrao__empresas_precisam_de_gestao_constante_para_nao_gastar_a_toa" target="_blank">BRA1 – 31/08</a>
    </div>
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		<title>Como a IA está redesenhando a operação de segurança de dentro para fora</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/como-a-ia-esta-redesenhando-a-operacao-de-seguranca-de-dentro-para-fora-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[luciano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 20:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Felipe Guimarães, CISO da Solo Network e Head da Unidade de Negócios Solo Iron Perto de 90% dos centros de operação de segurança trabalham com filas represadas de alertas...</p>
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  <div class="pr-body">
    <p class="pr-author">Por Felipe Guimarães, CISO da Solo Network e Head da Unidade de Negócios Solo Iron</p>
    <div class="pr-text">
      <p>Perto de 90% dos centros de operação de segurança trabalham com filas represadas de alertas e falsos positivos, e 80% dos analistas se dizem cronicamente atrasados diante do volume de trabalho. A pesquisa SANS de Detecção e Resposta de 2025 confirmou o quadro: 73% das equipes elegem os falsos positivos como principal obstáculo de detecção e 66% admitem não dar conta do ritmo de alertas que recebem.</p>

      <p>O desenho de SOC que dominou as duas últimas décadas — pessoas revisando e triando manualmente milhares de notificações por dia — bateu num teto operacional que contratar mais gente não resolve. A carência de profissionais é global, mas pressiona de forma específica mercados como o brasileiro, que disputa talentos qualificados em um setor de alta rotatividade e demanda em expansão.</p>

      <p>A conta desse modelo nunca fechou bem e hoje ficou insustentável. Um SOC com quatro analistas apura entre 300 e 400 alertas de alta prioridade por semana; algo como 90% terminam benignos, e os 10% restantes justificam a existência do time. Todos precisam ser analisados, correlacionados, decididos e registrados.</p>

      <p>Levantamento do Cybersecurity Insiders de 2025 aponta que investigar um alerta consome, em média, 70 minutos, dos quais 56 são apenas de espera até alguém começar a trabalhar nele. A matemática não fecha dentro da semana. E o problema não é só de volume: 77% das empresas registraram alta no fluxo de alertas no último ano, e 46% relataram crescimento de 25% ou mais.</p>

      <p>Do outro lado da equação, o déficit mundial de profissionais de cibersegurança alcançou 4,8 milhões de vagas abertas, com 59% das equipes classificando a escassez como significativa. A mesma pesquisa SANS de 2025 mostra que 70% dos analistas de SOC com menos de cinco anos de experiência abandonam a função em até três anos, num ciclo que dissipa conhecimento institucional e sobrecarrega quem permanece.</p>

      <p>O que está em jogo não é melhoria incremental, e sim troca de arquitetura. A segurança sai da condição de função reativa apoiada em triagem humana e passa a operar como plataforma orquestrada por agentes de IA: as máquinas absorvem o trabalho de alto volume e alta velocidade, enquanto os analistas se dedicam a julgamento estratégico, investigação complexa e decisões que dependem de contexto.</p>

      <p>Números da Torq de 2026 mostram que plataformas de triagem apoiadas em IA automatizam 95% ou mais da investigação de alertas de primeiro nível. O Relatório de Custo de Violação de Dados da IBM de 2025 registra que empresas com uso intensivo de IA nas operações de segurança encurtaram em 80 dias o ciclo de vida das violações e pouparam, em média, 1,9 milhão de dólares. Dois terços das companhias já testam agentes de IA em segurança, mas menos de um quarto os levou à produção — indício de que o ponto de virada prático é este ano.</p>

      <h2>O papel dos Recursos Humanos no SOC</h2>
      <p>A mudança não elimina o profissional humano; redefine com profundidade o que se espera dele. As funções de analista de primeiro nível, hoje voltadas a triar alertas e encerrar chamados, tendem a migrar para sistemas de IA — modelos atuais já conduzem um alerta do sinal inicial à correlação e ao veredito com mais rapidez e consistência do que um analista júnior.</p>

      <p>Para equipes enxutas e empresas de médio porte, o efeito é transformador: qualquer SOC passa a operar com a velocidade e a consistência de investigação antes restritas a grandes corporações. Em contrapartida, o piso de competência sobe. Quem permanece precisa dominar o que a IA ainda não faz — investigação criativa de ameaças, leitura do contexto de negócio, arquitetura de detecção e calibragem contínua dos próprios modelos.</p>

      <p>Nenhuma plataforma de segurança dá conta sozinha da complexidade do ambiente corporativo atual. O arranjo que se firma combina uma plataforma central, em geral um SIEM de nova geração, com parceiros especializados que entregam a verticalização que ela não cobre.</p>

      <p>Iniciativas como a MISA (Microsoft Intelligent Security Association), que agrega mais de 300 empresas em torno de uma infraestrutura compartilhada de segurança, ilustram como a defesa virou esporte coletivo: parceiros do ecossistema aportam inteligência de ameaças, capacidades específicas de detecção e automação de resposta conectadas à mesma malha operacional.</p>

      <p>Esse arranjo espelha algo que todo CISO reconhece: ameaças não param no limite de uma ferramenta. Um incidente comum percorre identidade, endpoint, nuvem e e-mail, e responder bem exige visibilidade unificada e ação coordenada entre camadas historicamente isoladas. Para o CISO, escolher plataforma deixa de ser optar entre fornecedores avulsos e passa a ser escolher qual ecossistema entrega cobertura mais ampla e integração mais profunda.</p>

      <p>A hora de redesenhar a operação de segurança é agora, e o motivo não é apenas técnico. O ecossistema de agentes de segurança ainda está em formação, e existe vantagem concreta em figurar entre os primeiros adotantes. Quem redesenhar já terá tempo de calibrar governança, firmar controles e construir a confiança organizacional necessária antes que a adoção vire obrigação. Quem adiar herdará um ambiente operacional que seus analistas não conseguem mais defender no ritmo exigido pelas ameaças.</p>
    </div>
  </div>
  <div class="pr-veiculos">
    <p class="pr-veiculos-label">Publicado em</p>
    <div class="veiculos-grid">
      <a class="veiculo-link" href="https://mundocoop.com.br/artigo/como-a-ia-esta-redesenhando-a-operacao-de-seguranca-de-dentro-para-fora-felipe-guimaraes-e-ciso-da-solo-network/" target="_blank">Mundo Coop – 31/08</a>
      <a class="veiculo-link" href="https://www.businessleaders.com.br/post/como-a-ia-est%C3%A1-redesenhando-a-opera%C3%A7%C3%A3o-de-seguran%C3%A7a-de-dentro-para-fora" target="_blank">Business Leaders – 20/08</a>
      <a class="veiculo-link" href="https://www.segs.com.br/seguros/453795-como-a-ia-esta-transformando-as-operacoes-de-seguranca-nas-empresas" target="_blank">Segs – 18/08</a>
      <a class="veiculo-link" href="https://www.bra1.com.br/tecnologia/id-674693/ia_transforma_a_seguranca_digital__entenda_como" target="_blank">BRA1 – 05/08</a>
    </div>
  </div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Do áudio ao storyboard: como adobe Firefly melhora seu fluxo de criação</title>
		<link>https://solonetwork.com.br/adobe-firefly-audio-storyboard-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renata Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 19:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://solonetwork.com.br/?p=11512</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma boa ideia pode aparecer de repente, mas colocar essa ideia em prática costuma exigir algumas etapas. Entre abrir programas, procurar referências, trocar de abas e testar diferentes modelos de...</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="443" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-01_01-1024x443.jpg" alt="adobe Firefly" class="wp-image-11519" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-01_01-1024x443.jpg 1024w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-01_01-300x130.jpg 300w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-01_01-768x332.jpg 768w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-01_01-1536x664.jpg 1536w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-01_01.jpg 1907w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa ideia pode aparecer de repente, mas colocar essa ideia em prática costuma exigir algumas etapas. Entre abrir programas, procurar referências, trocar de abas e testar diferentes modelos de IA, o processo pode ficar mais demorado e acabar interrompendo o ritmo de criação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://firefly.adobe.com/">Adobe Firefly</a> foi desenvolvido para reunir essas etapas em um só lugar. A plataforma reúne ferramentas da Adobe para criação de imagens, vídeos, áudios e peças de design, além de modelos de empresas como Google, ElevenLabs, Kling AI, Luma AI, OpenAI e Runway. A ideia é oferecer mais opções sem que o usuário precise ficar pulando de uma ferramenta para outra.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="572" data-id="11520" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-02_1-1024x572.jpg" alt="" class="wp-image-11520" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-02_1-1024x572.jpg 1024w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-02_1-300x167.jpg 300w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-02_1-767x428.jpg 767w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-02_1.jpg 1376w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Em <a href="https://blog.adobe.com/en/publish/2026/06/18/adobe-firefly-introduces-new-agentic-capabilities-and-an-upgraded-creative-ai-studio-built-for-the-way-you-work">junho</a>, a Adobe anunciou uma série de novidades para o Firefly. Entre elas estavam novas funções para o Assistente de IA e o Elements, recurso que permite salvar personagens, ambientes e objetos de um projeto para utilizá-los novamente em outras criações. Agora, a plataforma também passa a disponibilizar recursos de áudio para todos os usuários.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Som com qualidade de estúdio: Gere música, fala e efeitos sonoros</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O áudio tem um papel importante em qualquer produção audiovisual. Uma música pode mudar o clima de uma cena, enquanto uma narração ajuda a conduzir a história e os efeitos sonoros dão mais vida ao conteúdo. Uma <a href="https://www.berklee.edu/berklee-now/news/berklee-beatl-ai-music-video-study">pesquisa</a> recente* realizada pelo Berklee College of Music com criadores de vídeo, músicos e profissionais de marketing mostrou que 80% dos participantes publicam vídeos diariamente ou várias vezes por semana. Todos os entrevistados também afirmaram usar música em vídeos. Mesmo sendo tão importante, o áudio muitas vezes é deixado para o final da produção e exige a busca por ferramentas externas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa etapa agora pode ser feita dentro do próprio Firefly. As ferramentas Gerar Música, Gerar Fala e Gerar Efeitos Sonoros permitem criar diferentes tipos de áudio com IA, com foco em uso comercial. Os recursos podem ser usados em conteúdos para redes sociais, vlogs, curtas metragens, tutoriais, materiais de produtos e podcasts:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O Generate Music</strong>, baseado no modelo Firefly Music, cria faixas originais com licença universal e permite ajustar a música à duração e ao clima do vídeo. Isso facilita a criação de trilhas próprias sem a necessidade de procurar músicas em outros serviços.</li>



<li><strong>O Generate Speech</strong>, desenvolvido com o modelo de fala Firefly e com a opção de utilizar o ElevenLabs, transforma textos em locuções. O usuário pode escolher a voz e fazer ajustes no ritmo e na emoção da narração.</li>



<li><strong>O recurso &#8220;Gerar Efeitos Sonoros&#8221;</strong>, baseado no modelo de áudio Firefly, cria sons personalizados para acompanhar cenas, movimentos e diferentes momentos de uma produção.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem produz conteúdo regularmente, criar uma música específica para cada projeto pode facilitar bastante o trabalho. <strong>Nesse sentido,</strong> a criadora de conteúdo de moda, beleza e estilo de vida <a href="https://instagram.com/soestherr">Esther Rehema</a> conta que o recurso diminuiu o tempo que gastava procurando trilhas. “Voltar a estudar e tentar manter a consistência como criadora de conteúdo pode ser muito estressante. Adoro como o Adobe Firefly facilitou meu processo criativo”, diz Rehema. “Poder encontrar músicas seguras para uso comercial e que combinem com meu conteúdo é uma verdadeira revolução. O que antes me levava horas e horas procurando a música certa, agora leva segundos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para <a href="https://www.instagram.com/immadsal/?hl=en">Madeline Salazar</a>, que produz vídeos curtos combinando <a href="https://www.adobe.com/products/photoshop.html">Photoshop</a>, Firefly e efeitos especiais, a música também é uma parte importante do trabalho com marcas. Além de encontrar uma faixa que combine com o conteúdo, é preciso verificar as questões relacionadas aos direitos autorais. “Quando crio conteúdo para uma marca, sempre existe a complicação de licenciar a música de fundo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Usando o Generate Music, consigo criar uma trilha sonora exclusiva para o vídeo que estou produzindo, o que me dá tranquilidade, pois sei que a música pode ser usada comercialmente sem problemas”, afirma. “Quando entrego um trabalho para um cliente, estou associando meu nome a todo o projeto, então poder criar música original para a obra e ter confiança em entregá-la é muito importante para mim.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos foram pensados para quem precisa de áudio pronto para uma produção profissional e com possibilidade de uso comercial. Em vez de contratar outro serviço ou passar horas procurando uma música adequada, o usuário pode criar a trilha, a narração e os efeitos no mesmo ambiente em que desenvolve o restante do projeto.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" data-id="11521" src="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-03-1024x577.jpg" alt="" class="wp-image-11521" srcset="https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-03-1024x577.jpg 1024w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-03-300x169.jpg 300w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-03-767x432.jpg 767w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-03-1536x865.jpg 1536w, https://solonetwork.com.br/wp-content/uploads/2026/09/imagem-03.jpg 1671w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O assistente de IA Firefly está ainda mais inteligente e agora você pode experimentá-lo gratuitamente</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Firefly AI Assistant (beta) foi lançado no início deste ano com a proposta de facilitar o caminho entre uma ideia e o resultado final. O usuário descreve o que quer fazer e a ferramenta ajuda a executar diferentes partes do trabalho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, o assistente recebeu novas <a href="https://blog.adobe.com/en/publish/2026/06/18/adobe-firefly-introduces-new-agentic-capabilities-and-an-upgraded-creative-ai-studio-built-for-the-way-you-work">habilidades e recursos</a>, como <strong>Criar Storyboard</strong> e <strong>Criar Kit de Marca</strong>, que estão entre as funções mais utilizadas. Também é possível criar conjuntos de mockups, preparar storyboards antes de uma produção e fazer alterações em várias imagens de uma só vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Assistente de IA do Firefly também ganhou uma opção gratuita, com gerações diárias. A novidade permite que mais pessoas testem a ferramenta e conheçam os recursos sem precisar contratar um plano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais opções com modelos de IA líderes do setor, diretamente no Firefly</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outra característica do Firefly é a possibilidade de trabalhar com diferentes modelos de IA dentro da própria plataforma. A lista acaba de ganhar mais um nome com a chegada do <strong>Gemini Omni Flash</strong>, que passa a fazer companhia aos modelos do Google, Kling AI, Luma AI, OpenAI e Runway. O modelo aceita texto, imagens, vídeos e áudios como entrada, permitindo, por exemplo, transformar diferentes referências em uma primeira versão de storyboard.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos recursos já estão disponíveis no <a href="https://firefly.adobe.com/">Adobe Firefly</a>. Com as atualizações, a plataforma amplia as possibilidades de criação e reúne mais etapas do processo em um único ambiente.</p>
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